A Ocupação Tomás Balduíno, de Ribeirão das Neves, MG, está sendo construída com mais de 400 famílias sem-terra e sem-casa que se uniram e com organização lutarão coletivamente até depois da conquista da moradia própria e digna. Os ensinamentos e o legado profético, político e espiritual do bispo Dom Tomás Balduíno nos inspiram muito. Por isso o escolhemos como nosso patrono.
Greve Geral em Belo Horizonte, MG: luta contra a "reforma" da Previdência e contra cortes nos direitos sociais. Vídeo 1. 14 /6/2019.
Dia 14/6/2019, cerca de 200 mil pessoas, em Belo Horizonte, MG, foram às ruas protestar contra a "reforma" da Previdência e contra os cortes aos direitos sociais implementados pelo Governo Federal. Frei Gilvander participou e filmou uma amostra da luta.
*Filmagem de frei Gilvander, da CPT, das CEBs e do CEBI. Belo Horizonte, MG, 14/6/2019.
* Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander, acione o sininho, receba as notificações de envio de vídeos e assista a diversos vídeos de luta por direitos sociais. Se assistir e gostar, compartilhe. Sugerimos.
Audiência
Pública em Serro/MG - Comissão de Direitos Humanos da ALMG - Comunidades Quilombolas
exigem RESPEITO! Mineração no Serro, não! - Sr. Valderes - Vídeo 4 - 21/5/2019.
O dia 21 de maio de 2019 foi
um dia histórico para o povo do município do Serro, na região do Alto
Jequitinhonha, MG, pois durante 5,15 horas aconteceu Audiência Pública da
Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado de Minas
Gerais (ALMG), na cidade do Serro, no grande auditório da Escola Municipal Irmã
Carvalho. O objetivo dessa segunda audiência pública – houve outra antes, em
Belo Horizonte, na ALMG - foi discutir as violações de direitos humanos
cometidas pela empresa Herculano Mineração nos Municípios de Serro e Santo
Antônio do Itambé durante a fase municipal de processo de licenciamento
ambiental para a implantação de projeto minerário na região. A audiência contou
com a presença das Deputadas Estaduais Beatriz Cerqueira (PT) e Andréia de
Jesus (PSOL), que revelaram postura firme na defesa dos direitos étnicos e
territoriais das comunidades quilombolas, garantiram o direito de fala de todas/os
que quiseram se expressar e questionaram com veemência o projeto minerário que
a Herculano Mineração está insistindo em instalar na região. “Onde chega a
mineração instaura crise hídrica, pois acaba com as águas; os melhores salários
não ficam com os trabalhadores locais, destrói a agricultura familiar, a
qualidade de vida, cresce a violência social, aumenta a demanda para os
serviços públicos e a insegurança pública”, alertou Beatriz Cerqueira. “A gente
precisa desconfiar de um empreendimento econômico que chega ao município
fazendo pressão. O prefeito deve estar ao lado do povo e não ao lado do
capital. Fui empregada doméstica muitos anos. Sei o que é comer resto de
patrão. Sei o que é dormir na fila da escola para conquistar vaga para estudar.
Deputados financiados por mineradoras não vêm discutir com o povo modelos
econômicos alternativos e sustentáveis ecologicamente para o município que não
seja mineração”, alertou Andréia de Jesus. O MAM (Movimento pela Soberania
Popular na Mineração) está de parabéns pela atuação acompanhando as comunidades
atingidas pelos megaprojetos de mineração. Nas/os militantes do MAM, eu vejo
presente no nosso meio Jesus Cristo, Che Guevara, Martin Luther King, Gandhi,
Marielle Franco, Irmã Dorothy Stang e todas/os as/os que fazem opção de classe
e dedicam suas vidas, por amor ao próximo, lutando pela superação do
capitalismo, essa máquina de moer vidas, e mais: construindo uma sociedade do
Bem Viver e Conviver. Lindo ver o amor, o cuidado e a dedicação das/os
militantes das causas socioambientais, enfim, dos direitos humanos
fundamentais. O projeto de mineração da mineradora Herculano é “dragão do
Apocalipse” no meio do povo serrano e, se for instalado no Serro, em breve
fustigará também Santo Antônio do Itambé e os lindíssimos lugarejos Capivari,
Milho Verde, São Gonçalo do Rio das Pedras, além do Parque Estadual Pico do
Itambé. Toda a audiência foi momento de muita comoção e indignação. No dia
seguinte, 22 de maio de 2019, acompanhamos as Deputadas Andreia de Jesus e
Beatriz Cerqueira, na visita à Comunidade Quilombola de Queimadas, quando
percorremos juntamente com lideranças quilombolas lugares que fazem parte de
seu território ancestral no entorno da Serra do Condado (onde se encontra a
área indicada para instalação deste absurdo e covarde projeto minerário) e no
vale do rio do Peixe. Lindo ver a fraternidade quilombola, a lida com a terra,
a produção de alimentos saudáveis e a convivência valorizando as águas e as
raízes culturais. Isso não pode ser sacrificado no altar do ídolo capital.
* Filmagem de frei Gilvander
Moreira, da CPT. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG. Belo
Horizonte, MG, 21/5/2019.
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no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander,
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Mineração em Serro, MG: impacto nas águas subterrâneas, SIM! Prof. Frederico, do IGC/UFMG. Audiência Pública/Vídeo 3 - 21/5/2019.
O dia 21 de maio de 2019 foi um dia histórico para o povo do município do Serro, na região do Alto Jequitinhonha, MG, pois durante 5,15 horas aconteceu Audiência Pública da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG), na cidade do Serro, no grande auditório da Escola Municipal Irmã Carvalho. O objetivo dessa segunda audiência pública – houve outra antes, em Belo Horizonte, na ALMG - foi discutir as violações de direitos humanos cometidas pela empresa Herculano Mineração nos Municípios de Serro e Santo Antônio do Itambé durante a fase municipal de processo de licenciamento ambiental para a implantação de projeto minerário na região. A audiência contou com a presença das Deputadas Estaduais Beatriz Cerqueira (PT) e Andréia de Jesus (PSOL), que revelaram postura firme na defesa dos direitos étnicos e territoriais das comunidades quilombolas, garantiram o direito de fala de todas/os que quiseram se expressar e questionaram com veemência o projeto minerário que a Herculano Mineração está insistindo em instalar na região. “Onde chega a mineração instaura crise hídrica, pois acaba com as águas; os melhores salários não ficam com os trabalhadores locais, destrói a agricultura familiar, a qualidade de vida, cresce a violência social, aumenta a demanda para os serviços públicos e a insegurança pública”, alertou Beatriz Cerqueira. “A gente precisa desconfiar de um empreendimento econômico que chega ao município fazendo pressão. O prefeito deve estar ao lado do povo e não ao lado do capital. Fui empregada doméstica muitos anos. Sei o que é comer resto de patrão. Sei o que é dormir na fila da escola para conquistar vaga para estudar. Deputados financiados por mineradoras não vêm discutir com o povo modelos econômicos alternativos e sustentáveis ecologicamente para o município que não seja mineração”, alertou Andréia de Jesus. O prefeito do Serro, Guilherme Simões Neves (PP), chegou atrasado à Audiência e saiu no meio da audiência. Após ouvir várias pessoas questionarem a chegada da mineradora Herculano no município, a fala do prefeito foi deprimente, pior que Pilatos, pois em palavreado vago acabou afirmando que manterá a decisão do CODEMA pró mineração da Herculano do Serro, mesmo sabendo que a decisão do CODEMA está eivada de irregularidades, ilegalidades, imoralidades e inconstitucionalidades, todas muito bem apontadas pelo prof. Dr. Mateus Mendonça, advogado da Federação Quilombola de Minas Gerais – N’GOLO. Pela fala do prefeito e de alguns vereadores ficou visível a subserviência da Prefeitura Municipal do Serro e da Câmara de Vereadores aos interesses econômicos da mineradora Herculano. Eleitos pelo povo, devem representar o povo ou o capital? Durante a audiência pública, ficaram demonstradas e comprovadas as inúmeras violações aos direitos das comunidades quilombolas, que, segundo a Convenção 169 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), da ONU, ratificada pelo Brasil em 2004, têm direito de ser ouvidas antes do início de projeto econômico que possa impactar seu modo de vida tradicional, por meio do instituto da Consulta Prévia. Ao analisar o projeto de mineração no Serro da Herculano Mineração, o doutorando Frederico Gonçalves, do Instituto de Geociências da UFMG, concluiu demonstrando tecnicamente que minerar no Serro causará, sim, devastação das nascentes e desertificação da região. Mineração e água são carne e unha; não há como minerar sem devastar as águas. É mentira dizer que mineração trará impostos para o município. Trará apenas migalhas de impostos, pois a Lei Kandir isenta as mineradoras do pagamento de impostos, porque minérios, como todas as commodities para exportação, são isentos de impostos. É mentira também dizer que a mineradora Herculano gerará empregos, pois serão poucos os precários empregos a ser gerados. Muito maior será o número de famílias que migrarão para o Serro para disputar uma vaga de emprego, que normalmente é terceirizado e precário. No vizinho município de Conceição do Mato Dentro, a Polícia Federal e o Ministério Público do Trabalho libertaram quase duzentos trabalhadores submetidos à situação análoga à escravidão.
* Filmagem de frei Gilvander Moreira, da CPT. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG. Belo Horizonte, MG, 21/5/2019.
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Mineração em Serro, MG: impacto nas águas
subterrâneas, SIM! Prof. Frederico, do IGC/UFMG. Audiência Pública/Vídeo 3 -
21/5/2019.
O dia 21 de maio de 2019 foi um
dia histórico para o povo do município do Serro, na região do Alto
Jequitinhonha, MG, pois durante 5,15 horas aconteceu Audiência Pública da
Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado de Minas
Gerais (ALMG), na cidade do Serro, no grande auditório da Escola Municipal Irmã
Carvalho. O objetivo dessa segunda audiência pública – houve outra antes, em
Belo Horizonte, na ALMG - foi discutir as violações de direitos humanos
cometidas pela empresa Herculano Mineração nos Municípios de Serro e Santo
Antônio do Itambé durante a fase municipal de processo de licenciamento
ambiental para a implantação de projeto minerário na região. A audiência contou
com a presença das Deputadas Estaduais Beatriz Cerqueira (PT) e Andréia de
Jesus (PSOL), que revelaram postura firme na defesa dos direitos étnicos e
territoriais das comunidades quilombolas, garantiram o direito de fala de
todas/os que quiseram se expressar e questionaram com veemência o projeto
minerário que a Herculano Mineração está insistindo em instalar na região.
“Onde chega a mineração instaura crise hídrica, pois acaba com as águas; os
melhores salários não ficam com os trabalhadores locais, destrói a agricultura
familiar, a qualidade de vida, cresce a violência social, aumenta a demanda
para os serviços públicos e a insegurança pública”, alertou Beatriz Cerqueira.
“A gente precisa desconfiar de um empreendimento econômico que chega ao
município fazendo pressão. O prefeito deve estar ao lado do povo e não ao lado
do capital. Fui empregada doméstica muitos anos. Sei o que é comer resto de
patrão. Sei o que é dormir na fila da escola para conquistar vaga para estudar.
Deputados financiados por mineradoras não vêm discutir com o povo modelos
econômicos alternativos e sustentáveis ecologicamente para o município que não
seja mineração”, alertou Andréia de Jesus. O prefeito do Serro, Guilherme
Simões Neves (PP), chegou atrasado à Audiência e saiu no meio da audiência.
Após ouvir várias pessoas questionarem a chegada da mineradora Herculano no
município, a fala do prefeito foi deprimente, pior que Pilatos, pois em
palavreado vago acabou afirmando que manterá a decisão do CODEMA pró mineração
da Herculano do Serro, mesmo sabendo que a decisão do CODEMA está eivada de
irregularidades, ilegalidades, imoralidades e inconstitucionalidades, todas
muito bem apontadas pelo prof. Dr. Mateus Mendonça, advogado da Federação
Quilombola de Minas Gerais – N’GOLO. Pela fala do prefeito e de alguns
vereadores ficou visível a subserviência da Prefeitura Municipal do Serro e da
Câmara de Vereadores aos interesses econômicos da mineradora Herculano. Eleitos
pelo povo, devem representar o povo ou o capital? Durante a audiência pública,
ficaram demonstradas e comprovadas as inúmeras violações aos direitos das
comunidades quilombolas, que, segundo a Convenção 169 da OIT (Organização
Internacional do Trabalho), da ONU, ratificada pelo Brasil em 2004, têm direito
de ser ouvidas antes do início de projeto econômico que possa impactar seu modo
de vida tradicional, por meio do instituto da Consulta Prévia. Ao analisar o
projeto de mineração no Serro da Herculano Mineração, o doutorando Frederico
Gonçalves, do Instituto de Geociências da UFMG, concluiu demonstrando
tecnicamente que minerar no Serro causará, sim, devastação das nascentes e
desertificação da região. Mineração e água são carne e unha; não há como
minerar sem devastar as águas. É mentira dizer que mineração trará impostos
para o município. Trará apenas migalhas de impostos, pois a Lei Kandir isenta
as mineradoras do pagamento de impostos, porque minérios, como todas as
commodities para exportação, são isentos de impostos. É mentira também dizer
que a mineradora Herculano gerará empregos, pois serão poucos os precários
empregos a ser gerados. Muito maior será o número de famílias que migrarão para
o Serro para disputar uma vaga de emprego, que normalmente é terceirizado e
precário. No vizinho município de Conceição do Mato Dentro, a Polícia Federal e
o Ministério Público do Trabalho libertaram quase duzentos trabalhadores
submetidos à situação análoga à escravidão.
* Filmagem de frei Gilvander Moreira, da CPT. Edição de Nádia Oliveira,
colaboradora da CPT-MG. Belo Horizonte, MG, 21/5/2019.
* Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por
Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander, acione o sininho, receba as notificações de
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Audiência Pública da ALMG no Serro, MG: Mineração, NÃO! Dr. Mateus Mendonça: Violação de direitos, não!/Vídeo 2 - 02/6/2019.
O dia 21 de maio de 2019 foi um dia histórico para o povo do município do Serro, na região do Alto Jequitinhonha, MG, pois durante 5,15 horas aconteceu Audiência Pública da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG), na cidade do Serro, no grande auditório da Escola Municipal Irmã Carvalho. O objetivo dessa segunda audiência pública – houve outra antes, em Belo Horizonte, na ALMG - foi discutir as violações de direitos humanos cometidas pela empresa Herculano Mineração nos Municípios de Serro e Santo Antônio do Itambé durante a fase municipal de processo de licenciamento ambiental para a implantação de projeto minerário na região. A audiência contou com a presença das Deputadas Estaduais Beatriz Cerqueira (PT) e Andréia de Jesus (PSOL), que revelaram postura firme na defesa dos direitos étnicos e territoriais das comunidades quilombolas, garantiram o direito de fala de todas/os que quiseram se expressar e questionaram com veemência o projeto minerário que a Herculano Mineração está insistindo em instalar na região. “Onde chega a mineração instaura crise hídrica, pois acaba com as águas; os melhores salários não ficam com os trabalhadores locais, destrói a agricultura familiar, a qualidade de vida, cresce a violência social, aumenta a demanda para os serviços públicos e a insegurança pública”, alertou Beatriz Cerqueira. “A gente precisa desconfiar de um empreendimento econômico que chega ao município fazendo pressão. O prefeito deve estar ao lado do povo e não ao lado do capital. Fui empregada doméstica muitos anos. Sei o que é comer resto de patrão. Sei o que é dormir na fila da escola para conquistar vaga para estudar. Deputados financiados por mineradoras não vêm discutir com o povo modelos econômicos alternativos e sustentáveis ecologicamente para o município que não seja mineração”, alertou Andréia de Jesus. O prefeito do Serro, Guilherme Simões Neves (PP), chegou atrasado à Audiência e saiu no meio da audiência. Após ouvir várias pessoas questionarem a chegada da mineradora Herculano no município, a fala do prefeito foi deprimente, pior que Pilatos, pois em palavreado vago acabou afirmando que manterá a decisão do CODEMA pró mineração da Herculano do Serro, mesmo sabendo que a decisão do CODEMA está eivada de irregularidades, ilegalidades, imoralidades e inconstitucionalidades, todas muito bem apontadas pelo prof. Dr. Mateus Mendonça, advogado da Federação Quilombola de Minas Gerais – N’GOLO. Pela fala do prefeito e de alguns vereadores ficou visível a subserviência da Prefeitura Municipal do Serro e da Câmara de Vereadores aos interesses econômicos da mineradora Herculano. Eleitos pelo povo, devem representar o povo ou o capital? Durante a audiência pública, ficaram demonstradas e comprovadas as inúmeras violações aos direitos das comunidades quilombolas, que, segundo a Convenção 169 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), da ONU, ratificada pelo Brasil em 2004, têm direito de ser ouvidas antes do início de projeto econômico que possa impactar seu modo de vida tradicional, por meio do instituto da Consulta Prévia. A Comunidade Quilombola de Queimadas e outras comunidades quilombolas do município não foram ouvidas antes do CODEMA decidir tentar empurrar goela abaixo o projeto minerário da Herculano Mineração, autorizando a Declaração de Conformidade, necessária para a abertura do processo de licenciamento ambiental do empreendimento junto aos órgãos ambientais. Em alto e bom som, dezenas de pessoas que falaram ao microfone deixaram claro que se a mineradora Herculano se instalar no município será o início de uma grande Sexta-Feira da Paixão para o povo, para a mãe terra, a irmã água, para a flora e fauna da região. Mineração é projeto de morte, idolátrico, satânico e diabólico. Projeto de vida passa pelo fortalecimento da agricultura familiar, preservação ambiental, turismo ecológico e cultural, respeito à história, às territorialidades e à cultura das comunidades locais. A primeira consequência lastimável da chegada de mineradora em um município é instaurar divisão entre o povo. Como Caim, na Bíblia, muitos seduzidos pelas vãs promessas da mineradora acabam optando por um projeto de morte para os irmãos. Uns arrependerão tarde demais!
* Filmagem de frei Gilvander Moreira, da CPT. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG. Belo Horizonte, MG, 21/5/2019.
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Ocupação dos/as Carroceiros/as, no Tirol, em Belo Horizonte, MG, sofre despejo injusto e inconstitucional a mando do prefeito Alexandre Kalil, governador Zema e TJMG. 16/5/2019.
Hoje, dia 16 de maio de 2019, a Ocupação dos(das) Carroceiros(as) sofreu, no bairro Tirol, em Belo Horizonte, MG, injusto, inconstitucional, ilegal e ilegítimo despejo ordenado pelo Juízo da 3ª Vara de Fazenda Municipal, atendendo pedido da Prefeitura de Belo Horizonte, que mentiu dizendo que a área habitada por dez famílias é de risco. A operação de despejo contou com guardas municipais armados e enorme número de policiais militares da Tropa de Choque e Cavalaria. Qual a razão de tanta repressão? Que perigo representam dez famílias de sem teto que há mais de cinco anos moravam em casas de alvenaria já consolidadas, sem estar em área de risco? Cobramos publicamente a responsabilidade do Prefeito Alexandre Kalil, que, eleito com a promessa de regularizar as ocupações e "governar para quem precisa", tem adotado uma política de intolerância com as ocupações, promovendo despejos e nenhuma política habitacional que resolva o problema da falta de moradia digna. Também cobramos do governador Zema e do Poder Judiciário, pois não eles não têm qualquer autoridade, dentro de suas regalias e privilégios, para ordenar que a polícia militar promova apoio a despejos, enquanto mais de 7 milhões de famílias não têm moradia digna em nosso país. As pessoas não viram pó, elas não somem, e enquanto não houver política de habitação séria, as ocupações continuarão a nascer como resposta à necessidade de morar que o povo tem. Portanto, não nos derrotarão com mais esse despejo; acumularemos força e partiremos para novas batalhas, e o futuro nos pertence. ENQUANTO MORAR FOR UM PRIVILÉGIO, OCUPAR É UM DIREITO E UM DEVER! Assinam esta Nota: MLB (Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas) e CPT/MG (Comissão Pastoral da Terra). Belo Horizonte, MG, 16 de maio de 2019.
Filmagem de Thales Viote, Adv. da RENAP e do MLB. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG.
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Makota Celinha: Comunidades Tradicionais em MG/Audiência Pública na ALMG. 20/3/2019.
Audiência Pública na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) debate Política Estadual para o Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais de Minas Gerais - Makota Celinha, jornalista e coordenadora nacional do Centro Nacional de Africanidade e Resistência. 20/3/2019. Filmagem de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG.
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